sábado, 31 de agosto de 2013

ATIVIDADE 1.4 REFLEXÕES SOBRE CENÁRIOS DE MUDANÇAS

Com certeza vivemos um tempo de mudanças. As transformações estão acontecendo de forma muito rápida e nem todas as mudanças somos capazes de acompanhar. A educação está sim inserida neste contexto mas, acompanhando de longe, infelizmente. Muitas são as diferenças entre a sociedade, cultura, educação, etc, de hoje e a de muitos anos atrás. Um ponto que acho importante é a questão do encurtamento do tempo e espaço. A televisão, por exemplo, nos permitiu participar de eventos que acontecem em continentes diferentes do que estamos presentes O tempo em que recebemos uma notícia também diminuiu. Com a televisão é possível acompanhar noticias em tempo real. Diferente de sabermos da notícia tempos depois e somente por textos e imagem no caso dos jornais. A internet amplificou este fenômeno e trouxe novas perspectivas. Nossos jovens hoje não conseguem se ver sem as conexões digitais. Escutar música, ver vídeos pela rede são hábitos comuns para eles. Estar todos os dias nas redes sociais, participando de grupos de interesse são coisas comuns para eles. Produzir seus próprios conteúdos e compartilhá-los é super normal e se for muito bom pode até dar dinheiro. É possível ao jovem de hoje opinar sobre as diferentes questões, diferente da TV, rádio e jornal em que existia uma “comunicação passiva". A internet permitiu a interação e a "comunicação ativa". Alguns anos atrás, pesquisar era sinônimo de biblioteca. Hoje pesquisar é sinônimo de Google, Youtube, Wikipédia e compania. A TV de hoje também mudou, temos por exemplo os canais pagos em que alguns deles trazem conteúdos educativos de primeira linha em diferentes áreas. Estas mudanças geram conflitos entre as gerações antigas e as novas gerações. A vida não acontece mais de modo linear como antigamente, mas de forma fragmentada. A escola precisa incorporar estas mudanças, mas elas acontecem de forma desacelerada. As mudanças ocorrem de maneira tão rápida que até mesmo a escola não consegue acompanhar. As possibilidades são tão grandes que nós professor não sabemos por onde começar. Os paradigmas, os dogmas e as rotinas estão tão impreguinados que existe na comunidade escolar o medo de mudar. Os alunos aprendem mais rápido que os professores a usarem as tecnologias. Mas sem um pensamento crítico sobre este uso, eles acabam por utilizá-las de forma superficial. Acham que as redes que existem hoje se resumem ao Facebook. Não exploram recursos que com certeza desenvolveriam suas habilidades e competências. Os alunos devem ser motivados e compreenderem que as tecnologias são maiores que Facebook. Devem até entender que o próprio Facebook pode fazê-los crescer

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