sábado, 31 de agosto de 2013

1.5 Qual a sua postura frente ao erro?

O erro, especialmente, no caso da aprendizagem, não deve ser fonte de castigo, pois é um suporte para a autocompreensão, seja pela busca individual (na medida em que me pergunto como e por quê errei), seja pela busca participativa (na medida em que o outro – no caso da escola, o professor – discute com o aluno, apontando-lhe os desvios cometidos em relação ao padrão estabelecido). Assim sendo, o erro não é fonte para castigo, mas suporte para o crescimento. Nessa reflexão, o erro é visto e compreendido de forma dinâmica, na medida em que contradiz o padrão, para, subsequentemente, possibilitar uma conduta nova em conformidade com o padrão ou mais perfeita que este. Segundo Luckesi O erro, aqui, é visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço.

ATIVIDADE 1.4 REFLEXÕES SOBRE CENÁRIOS DE MUDANÇAS

Com certeza vivemos um tempo de mudanças. As transformações estão acontecendo de forma muito rápida e nem todas as mudanças somos capazes de acompanhar. A educação está sim inserida neste contexto mas, acompanhando de longe, infelizmente. Muitas são as diferenças entre a sociedade, cultura, educação, etc, de hoje e a de muitos anos atrás. Um ponto que acho importante é a questão do encurtamento do tempo e espaço. A televisão, por exemplo, nos permitiu participar de eventos que acontecem em continentes diferentes do que estamos presentes O tempo em que recebemos uma notícia também diminuiu. Com a televisão é possível acompanhar noticias em tempo real. Diferente de sabermos da notícia tempos depois e somente por textos e imagem no caso dos jornais. A internet amplificou este fenômeno e trouxe novas perspectivas. Nossos jovens hoje não conseguem se ver sem as conexões digitais. Escutar música, ver vídeos pela rede são hábitos comuns para eles. Estar todos os dias nas redes sociais, participando de grupos de interesse são coisas comuns para eles. Produzir seus próprios conteúdos e compartilhá-los é super normal e se for muito bom pode até dar dinheiro. É possível ao jovem de hoje opinar sobre as diferentes questões, diferente da TV, rádio e jornal em que existia uma “comunicação passiva". A internet permitiu a interação e a "comunicação ativa". Alguns anos atrás, pesquisar era sinônimo de biblioteca. Hoje pesquisar é sinônimo de Google, Youtube, Wikipédia e compania. A TV de hoje também mudou, temos por exemplo os canais pagos em que alguns deles trazem conteúdos educativos de primeira linha em diferentes áreas. Estas mudanças geram conflitos entre as gerações antigas e as novas gerações. A vida não acontece mais de modo linear como antigamente, mas de forma fragmentada. A escola precisa incorporar estas mudanças, mas elas acontecem de forma desacelerada. As mudanças ocorrem de maneira tão rápida que até mesmo a escola não consegue acompanhar. As possibilidades são tão grandes que nós professor não sabemos por onde começar. Os paradigmas, os dogmas e as rotinas estão tão impreguinados que existe na comunidade escolar o medo de mudar. Os alunos aprendem mais rápido que os professores a usarem as tecnologias. Mas sem um pensamento crítico sobre este uso, eles acabam por utilizá-las de forma superficial. Acham que as redes que existem hoje se resumem ao Facebook. Não exploram recursos que com certeza desenvolveriam suas habilidades e competências. Os alunos devem ser motivados e compreenderem que as tecnologias são maiores que Facebook. Devem até entender que o próprio Facebook pode fazê-los crescer

ATIVIDADE 1.1 2º MOMENTO

ATIVIDADE 1.1 1º MOMENTO

REDES DE APRENDIZAGEM ATIVIDADE 1 APRESENTAÇÃO

Sou Castorina De Oliveira Amorim Almeida formada em matemática pela Unigran no ano de 2005 e atualmente estou cursando Licenciatura em Computação pela Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD em 2013. No momento trabalho na Escola E.E. Olívia Paula na Sala de Tecnologia Educacional E Recursos Midiáticos, gosto muito do que faço, pois acredito que a tecnologia essencial no mundo em que vivemos. “Precisamos estar sempre buscando novas estratégias para ensinar essa geração de “nativos digitais”, pois os alunos que têm acesso as novas tecnologias, muitas vezes, estão à nossa frente, ou seja, têm maior facilidade em aprender o novo”. Meu ponto forte é a minha dedicação pelo trabalho que faço, valorizando as opiniões de amigos e colegas de trabalho